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Em entrevista, Henri Clay diz que não disputará mais a Presidência da OAB/SE
12 de outubro de 2018 - 05:00, por Marcos Peris
Portal Lagarto Notícias
Em entrevista veiculada na Coluna Aparte, do portal JL Política, o advogado lagartense e candidato derrotado ao Senado Federal, Henri Clay Andrade, afirmou que não disputará mais a Presidência da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE). A medida foi anunciada após o mesmo ser questionado sobre seu futuro político.
“Eleitoralmente, não tenho nenhum planejamento para 2020 e 2022. Mas para mim está muito claro de que não pretendo disputar mais nenhuma eleição para Presidência da OAB – para mim, isso é um fim de ciclo -, embora devo dizer que sou muito grato aos advogados que estiveram comigo desde há 20 anos e nunca me deixaram perder nenhuma eleição”, disse o advogado.
Apesar de não querer mais disputar o cargo, Henri Clay também disse que cumprirá o resto do seu mandato a frente da OAB/SE, que atualmente é comandada interinamento pelo advogado Inácio Krauss. “Vou retornar porque quero cumprir o mandato para o qual fui eleito e ao qual a advocacia me confiou. Mas terei uma conversa com o presidente interino, quero ouvir mais dele sobre seu projeto, como está a gestão durante estes três meses em que estive fora e o que ele compreende do processo eleitoral da Ordem”, acrescentou.
Ainda sobre os destinos da OAB/SE, Henri Clay voltou a defender o fortalecimento da categoria, “e o que eu puder fazer por isso nesse processo eleitoral, farei. Vamos fortalecer as nossas pautas em torno da nossa classe, para que a OAB possa continuar forte, com credibilidade para se inserir no contexto social – por tudo isso eu vou contribuir”, salientou.
Mesmo fora das disputas eleitorais da Ordem, informações apontam que Henri Clay deve apoiar a reeleição de Inácio Krauss em uma chapa que terá como vice-presidente o advogado Eduardo Maia, presidente da OAB/SE – Regional Lagarto.
Homem de vasta trajetória, Henri Clay já foi Conselheiro Federal da OAB e ficou conhecido, especialmente na capital sergipana, pela sua defesa em prol dos direitos trabalhistas. Tanto é que 109.562 votos que obteve na disputa pelo cargo de Senador da República, 52.303 saíram de Aracaju.


















