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Escola Rotary Clube de Lagarto socializa trabalho pedagógico em evento de aprendizagem
14 de dezembro de 2017 - 06:39, por Marcos Peris
A Escola Rotary Clube de Lagarto, circunscrita à Diretoria Regional de Educação 2, representou a rede estadual de educação de Sergipe no Seminário de Alfabetização PNAIC, realizado nos dias 11 e 12 de dezembro de 2017, em São Paulo.
Acompanhadas da diretora do Departamento de Educação da Secretaria de Estado da Educação, Gabriela Zelice (DED/ Seed), e de Mariana Muniz, do Serviço de Ensino Fundamental (SEF), a coordenadora Silvana Dória e a professora Alice Chaves apresentaram todo trabalho pedagógico desenvolvido pela escola para garantir a aprendizagem dos alunos, a exemplo do programa Nenhum a Menos: Intensificação da Aprendizagem, do projeto A Hora do Canto, do controle diário de frequência e da participação do conselho de classe e dos pais de alunos.
Na oportunidade, a equipe de profissionais que representou a Secretaria de Estado da Educação presenciou também palestras sobre Alfabetização, com Telma Weisz, e a discussão sobre o PNAIC e os resultados da ANA, com Raissa Ortega e Silvia Donnini. Na sequência, a equipe participou do grupo de trabalho para avaliação e estratégias de implementação do Novo Programa Mais Alfabetização.
“Um dos objetivos do MEC nesse encontro foi discutir e disseminar as ações exitosas de escolas que tiveram os melhores resultados da ANA. A Secretaria de Educação do Estado parabeniza a unidade do Rotary Clube de Lagarto, assim como todas as outras que reúnem esforços consideráveis para garantir o direito à Educação de todos os cidadãos sergipanos”, disse Gabriela Zelice, diretora do DED.
Escola Rotary
Dos nove estados convidados para socializar as experiências, a professora Alice Chaves relatou a experiência destacando em sua fala como é importante o compromisso do professor no processo de aprendizagem do aluno. Assim como a coordenadora Silvana Dória apresentou como a unidade vem vencendo seus desafios de estrutura e recursos para oferecer um ensino de qualidade. “É preciso formar alunos proficientes, que saibam ler e escrever, e assim se sintam pertencentes a uma sociedade”, disse Silvania Dória.
Elas relataram as experiências que fizeram com que a procura pela matrícula na escola aumentasse, mostrando que a matrícula online deu oportunidade a alunos de outras realidades conseguirem estudar na escola e ter acesso a esse trabalho pedagógico diferenciado. Também relataram as experiências de como conseguiram aproximar os pais dos alunos da escola e os resultados dos trabalhos.



















